Balada da linda condessa e do guarda-floresta
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Bertolt Brecht e Kurt Weill
Versão: Tatiana Bellinky
Na Suécia a nobre condessa viveu
Era pálida e bela condessa
– Oh, guarda, oh guarda, minha liga caiu
Sim, caiu, ai, caiu…
– Meu guarda, ajoelha, e prende-a pra mim.
– Condessa, Condessa, não me olhe assim
Servi-la é o meu ganha-pão
É alvo seu seio, machado é tão frio
É tão frio, é tão frio…
Amar é tão doce, amargo e morrer
O guarda floresta está noite fugiu
Cavalgou até a beira do mar
Barqueiro em teu barco me deixa embarcar
Embarcar, embarcar…
Barqueiro me leva até o fim do mar
Raposa e galo – um caso de amor
– Oh, galo, tu me amas? Pois sim…
E a noite foi longa, mas veio a manhã
A manhã, a manhã
Só penas e penas restaram no fim…


naum gotei de nada !!!!!!!!