Maria Alice Vergueiro no Twitter

•24 junho, 2009 • 5 Comentários

Estou lá!

http://www.twitter.com/mavergueiro
Venham!

Hoje às 17h tem Maria Alice Vergueiro no Bate-papo UOL

•3 outubro, 2008 • 10 Comentários

Nesta tarde de sexta-feira, dia 3 de outubro, logo mais às 17h, tem bate-papo com Maria Alice Vergueiro no UOL com transmissão ao vivo pela TV UOL. Veja a nota que saiu no site:

Maria Alice no Bate-papo UOL

Maria Alice no Bate-papo UOL

Ela fuma ou não fuma? É da pesada mesmo ou faz tipo? Essas e outras perguntas sobre a premiada atriz são respondidas em “Tapa na Pantera na Íntegra, Uma Autobiografia Não-autorizada”. No livro, a fundadora do grupo Teatro do Ornitorrinco abre seu arquivo para contar sua trajetória artística e pessoal abordando temas como drogas, sexo e política de maneira bem-humorada. Nascida em São Paulo em 1935, Maria Alice é formada em pedagogia pela USP e em 2005 ficou conhecida pelo grande público por causa do curta “Tapa na Pantera”, do qual foi protagonista e em pouco tempo conquistou milhões de acessos em site de vídeos na rede.

Aguardo sua presença. Participe!

E AÍ MOÇADA…PENSARAM QUE EU TINHA PENDURADO AS CHUTEIRAS???

•3 setembro, 2008 • 11 Comentários

NETINHOS…

A PANTERA VOLTOU, MAS AGORA EM LIVRO, QUE LANÇAREI NO DIA 27 DE SETEMBRO, ÀS 20 HORAS, NA PRIMAVERA DOS LIVROS,NO CENTRO CULTURAL VERGUEIRO (PERTINHO DO METRÔ, RUA VERGUEIRO N. 1000).

O LINK DO VÍDEO NO YOUTUBE É ESTE:

AH, E TEM TAMBÉM O VÍDEO DO A.E.I.O.U. VOCÊS JÁ VIRAM?

DIVIRTAM-SE!!!

EM BREVE, ESTAREI NOS CINEMAS, COM OS FILMES EDIFÍCIO JAQUELINE, e A TOPOGRAFIA DE UM DESNUDO.

VOCÊS VÃO GOSTAR!!!

ME ESCREVAM, MOÇADA!!!

ESPERO VOCÊS NA PRIMAVERA DOS LIVROS!!!

BEIJOS

MARIA ALICE

Em termos de tromba…

•22 março, 2008 • 10 Comentários

Maria Alice Vergueiro - arquivo pessoal
(clique na imagem para vê-la ampliada)

Um elefante incomoda muita gente, isso todos já sabemos. Imagine então um elefante com a Maria Alice trepada em sua tromba. Bem… estávamos num circo aqui de São Paulo, em oitenta e nove, ensaiando o Doente Imaginário, e Christiane Tricerri teve a idéia de criar uma abertura pitoresca com um elefante (referência à Aida, de Verdi). O espetáculo começaria na rua, com um grande cortejo, da Praça da Sé, atravessando o Viaduto do Chá, até o Teatro Municipal, adentrando-o, com música ao vivo, relembrando as aberturas de Versailles, quando Luís XIV permitia à Moliere comandar a diversão em seu Castelo.

Extravagâncias exóticas!!!

Cacá, eu e Christiane em cima do elefante. Uma Maravilha!!! Pena que a idéia não vingou junto à “Comissão” encarregada da programação do Teatro Municipal, que não aprovou nossa idéia. Na época, Marilena Chauí era secretária de Cultura, e fez o que pode, mas não passou pelo “pente fino” da tal “Comissão”.

Fofocas: Marilena Chauí até hoje não fala comigo. Que pena!!!

No mesmo ano, 1989, estreamos em agosto, no México, com elefante e tudo, e foi um sucesso.

Engraçado…mas em terras “maia” um elefante não incomodou ninguém (e Que Viva el Mexico, Cabrón!!!).

Tempos ornitorrínquicos…que agora completam trinta anos, com “A Megera Domada”.

Agora não tem elefante, mas tem a Fera Christiane Tricerri.

Um beijos, meus queridos, e muitos tapas…

MATÉRIA DA FOLHA DE SÃO PAULO – 4/12/2007

•7 dezembro, 2007 • 7 Comentários
São Paulo, terça-feira, 04 de dezembro de 2007
 

Atriz vive reviravolta na

carreira aos 70 anos

PAULO SAMPAIO

Aos 72, há três dias fazendo uma dieta de doces, a atriz Maria Alice Vergueiro explica que não está com as taxas do sangue alteradas, “mas não dá pra ficar com 80 kg [para 1,70 m]”. Com mais de cinco décadas de carreira no teatro, há pouco mais de um ano Maria Alice viveu uma reviravolta, após a veiculação pela internet do vídeo “Tapa na Pantera”, em que ela aparece explicando por que fuma maconha diariamente.
Quem a conhece apenas desde então pode não saber que ela acumulou um repertório de histórias até mais incríveis que a do “Tapa”: mãe de dois filhos, fez pedagogia, teatro estudantil, trabalhou com Zé Celso Martinez Corrêa, experimentou ácido, bissexualismo, foi alcoólatra, teve câncer, sofre de mal de Parkinson, mas não perdeu o humor. “Nada foi com tédio, que é um sentimento anti-revolucionário, coisa daquelas mulheres vagabundas que nunca trabalharam e ficam em casa o dia inteiro. Nunca me reprimi, mas também nunca fingi que era louca, tipo quero ser doidona. Respeitei as minhas vontades, e isso me fez bem.”

 
FOLHA – Você toma antioxidantes?
MARIA ALICE VERGUEIRO –
(Risada). Olha: não como mais fritura nem encho o prato à noite. Há três dias estou numa dieta de doces. A beleza não vem mais da estética, mas da saúde. Agora é importante ter dentes, um certo brilho no olho, entende?FOLHA – A sra. cuidava do corpo?
MARIA ALICE –
Fiz regime a vida inteira. Na época, o ginecologista mesmo receitava anfetamina para emagrecer. E eu tomava com álcool.

FOLHA – Bebia muito? Chegou a ser alcoólatra?
MARIA ALICE –
Eu não cheguei a ser alcoólatra, eu sou. De freqüentar o AA. Estou há 25 anos sem beber, mas a gente nunca deixa de ser.

FOLHA – A sra. é compulsiva?
MARIA ALICE –
Sou. O que às vezes dá certo. Quando você se apaixona por um projeto… O diabo é conseguir o controle.

FOLHA – A sra. viveu bem a década dos 60 e 70…
MARIA ALICE –
Era guerrilheira, saía com arma imitando o Che Guevara. Tomava ácido, fazia filme…

FOLHA – Cheirou cocaína também?
MARIA ALICE –
Não. O ácido era uma experiência ritualizada, de mostrar que ninguém mandava na gente…

FOLHA – A sra. teve dois filhos…
MARIA ALICE –
Nunca fui “aquela mãe”. Meus filhos sentiram.

FOLHA – Era tida como meio louca?
MARIA ALICE –
Era. E o pior: na família, eu era louca; no Teatro Oficina, careta.

FOLHA – Quando olha para o futuro, a sra. vê o quê?
MARIA ALICE –
Não penso na Copa de 2014. Não chego mais lá. Acho. A morte tá por aí.

FOLHA – Humor é importante?
MARIA ALICE –
Você tem de rir de si. A gente é mortal, não adianta. Pode empurrar a degeneração um pouco pra lá, ter uma certa independência do corpo. Agora: minha saúde é boa…

FOLHA – O que é uma saúde boa?
MARIA ALICE –
Não tenho colesterol alto, diabetes. Tenho Parkinson, mas muito no início ainda. Tive um câncer na garganta há 14 anos, diagnosticaram logo.

FOLHA – Se apaixonou muito?
MARIA ALICE –
Nossa! Tudo o que aconteceu foi intenso. Nada foi com tédio, que é um sentimento anti-revolucionário, coisa daquelas mulheres vagabundas que nunca trabalharam.

FOLHA – As experiências sexuais foram importantes?
MARIA ALICE –
Sim, mas não foram a baliza. Porque você não pode, de uma hora para a outra, criada por uma família de classe média, dizer: “Oba! Vamos agora fazer uma suruba”.

FOLHA – Mas a sra. chegou a fazer?
MARIA ALICE –
Não, quer dizer, a gente dormia todo mundo junto. Mas tinha uma busca, uma tentativa de se conhecer.

A velha dama indigna…algumas fotos

•20 novembro, 2007 • 8 Comentários

Meus queridos

Aqui vão algumas fotos do meu espetáculo A Velha Dama Indígna, com textos de Brecht e músicas de Weill, Eisler, e Dessau.

tapabeijos

Maria Alice

a-velha-da-minha-indigna_1988.jpg

Meu Cd – Para todos, e de graça…vamos moçada!!!

•20 novembro, 2007 • 4 Comentários

MARIA

AMIGOS QUERIDOS

AQUI ESTÁ NOVAMENTE O MEU CD

https://liriodoinferno.wordpress.com/2007/07/09/meu-cd-na-rede-de-graca-para-todos/

VOCÊS PODEM BAIXAR DE GRAÇA TODAS AS FAIXAS, E A ARTE DO DISCO, PARA MONTAR SEU CEDEZINHO.

CASO NÃO QUEIRAM, FIQUEM SÓ COM AS FAIXAS, OUVINDO EM MP3.

PARTICULARMENTE, ESTOU ACHANDO O MÁXIMO ESSE NEGÓCIO DE MP3, MP4, PARECE SIGLA DE MOVIMENTOS DE CONTRACULTURA.

E VAMOS NÓS…

BEIJOS DA PANTERA

 
Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.