Balada da linda condessa e do guarda-floresta

[odeo=http://www.odeo.com/audio/14338583/view]

Bertolt Brecht e Kurt Weill
Versão: Tatiana Bellinky

Na Suécia a nobre condessa viveu
Era pálida e bela condessa
– Oh, guarda, oh guarda, minha liga caiu
Sim, caiu, ai, caiu…
– Meu guarda, ajoelha, e prende-a  pra mim.

– Condessa, Condessa, não me olhe assim
Servi-la é o meu ganha-pão
É alvo seu seio, machado é tão frio
É tão frio, é tão frio…
Amar é tão doce, amargo e morrer

O guarda floresta está noite fugiu
Cavalgou até a beira do mar
Barqueiro em teu barco me deixa embarcar
Embarcar, embarcar…
Barqueiro me leva até o fim do mar

Raposa e galo – um caso de amor
– Oh, galo, tu me amas? Pois sim…
E a noite foi longa, mas veio a manhã
A manhã, a manhã
Só penas e penas restaram no fim…


Uma resposta to “Balada da linda condessa e do guarda-floresta”

  1. naum gotei de nada !!!!!!!!

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